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Quando o céu é o limite! (PARTE II)

Imagem disponível no endereço <https://www.theatlantic.com/photo/2013/07/the-statue-of-liberty-standing-at-americas-gateway/100546/>

No post anterior (“quando o céu é o limite!”), fiquei de terminar a história da famosa competição internacional. Naquele momento a história tinha acabado quando nosso time da Universidade Positivo saiu vitoriosa do Lincoln Center em NYC! Já no voo de volta deu para sentir o que estava acontecendo, pois, foi desembargar em São Paulo e já tinha uma equipe da Globo esperando por eles.

Na verdade, esse primeiro time era muito bom, os alunos Fernanda da Costa, Rafael Kaminenko, Thiago Ribeiro e o professor Rafael Sales foram fenomenais! Eles captaram o a ideia do que queríamos fazer ali e correram atrás do resultado!

No retorno ao Brasil, eles viraram estrelas na mídia e eu na empresa. Teve muita coisa positiva, todos queriam saber como tínhamos conseguido aquele feito e queriam saber como poderiam mimetizar nas suas realidades.

E claro, tão rápido quanto veio o nosso reconhecimento veio também o boato de que tudo não foi apenas uma obra do acaso, pura sorte, é claro!

E nesse momento, mais uma vez, tínhamos que provar que podíamos nos superar. Como gestor, nesse momento, tudo foi relativamente mais fácil. Apenas do boato, sabíamos que tínhamos conseguido pelo valor do grupo, e já tínhamos passado da fase de fazer o time acreditar que era possível. Precisávamos apenas repetir o feito mais uma vez.

Só que, dessa vez, o grupo TINHA a confiança de quem um dia fez algo que superou o resto do mundo todo. O que fizemos a partir disso, foi incrível! Revolucionamos completamente o formato das aulas.

Não existiam matérias isoladas, todos os professores participavam dos mesmos projetos e os alunos eram avaliados por eles, mas, TODOS tinham que apresentar o que estavam fazendo para o curso todo!

De repente, passamos de aproximadamente 100 alunos para mais de 300! Abrimos 2 pós graduações, contratamos mais professores, enfim, vivemos uma ERA DE OURO onde por quase 4 anos todos nos viram como um grupo de pessoas absolutamente diferenciadas, ganhamos notoriedade na instituição, na cidade, no estado, no país e no exterior.

O resultado foi que em 2012 repetimos a dose!

Da esquerda para direita são os vencedores: Luiz Monclair, Marcelo Henrique Venção Sá (in memorian), Guilherme Savio, Michael Bahr, Eduardo Schildt e Rhandros Dembicki. Essa galera fez história representando o Brasil para o mundo! Foto de arquivo pessoal.

Ficamos entre os finalistas regionais, nacionais e mundiais. Quando percebemos, estávamos emitindo passaportes para a grande final em Sydney, Austrália. Esse momento foi ainda mais mágico.

Nesse ano, todos nos olhavam como os grandes ganhadores brasileiros, que tinham feito história no ano anterior. Tínhamos um projeto ainda melhor, um time que arrasava nas apresentações (com um inglês impressionante) e um processo muito mais profissional de acompanhamento dos meninos.

Foi tudo perfeito!

Foto de arquivo pessoal.

Só que dessa vez não conseguimos o primeiro lugar. Ficamos “apenas” com o segundo. O suficiente para calar o boato de até então, mas não o suficiente para que o time voltasse para casa com o espírito de vitória.

Foto de arquivo pessoal.

Nesse momento, o desafio foi trabalhar com a autoestima para alguém que quase atingiu o topo, observar que a jornada foi muito mais que suficiente.

E a história não acaba aqui, ainda tem muita coisa que desdobrou disso tudo.

Pessoalmente, eu e minha esposa sempre dávamos um jeito de viajarmos juntos nessas oportunidades. Parcelávamos a passagem dela em 500 vezes, fabricávamos dinheiro para levar e cobrir o custo dela, enfim, resolvíamos! Eu recomendo muito, porque isso torna o momento único para que se possa dividir com alguém. Nessa oportunidade, particularmente, engravidamos do meu filho João Pedro…

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